quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Reflexão
Conta-se que uma taberna começou a ser construída em uma pequena cidade onde, até então, não havia casas semelhantes. Um grupo de cristãos, de uma igreja próxima, descontente com aquela construção, reuniu-se à noite pedindo a Deus que fizesse alguma coisa para impedir que aquele estabelecimento fosse edificado naquele local. Naquela mesma noite houve uma grande tempestade e um raio caiu exatamente sobre a taberna inacabada, reduzindo-a a cinzas. O taberneiro entrou com um processo contra a igreja afirmando que os cristãos eram responsáveis pelo incêndio que destruiu sua casa comercial. A igreja contratou um advogado dizendo que não tinha nenhuma responsabilidade pelo que havia acontecido. O juiz diante de inusitado fato comentou: "Não importa como terminará esse julgamento, uma coisa é clara. O dono da taberna acredita em oração e os cristãos da igreja não. Pois é, por acaso você já se deu conta que as vezes oramos sem contudo acreditar que o Deus que servimos é capaz de responder favoravelmente nossas orações? Em virtude disto, volta e meia somos surpreendidos pela ação misericordiosa de Deus que intervém em nossos dramas e dilemas, solucionando de forma poderosa cada um de nossos problemas. Isto posto, gostaria de incentivá-lo a nutrir seu coração de fé e esperança na certeza de que quando oramos segundo a vontade de Deus, Ele ouve as nossas petições manifestando em nossas vidas e família, graça e misericórdia. Louvado seja Deus que atende as nossas orações!
terça-feira, 3 de março de 2015
Em que você confia?
RG Dr. Lee disse: "Se você confia na administração, você vai conseguir o que a administração pode fazer. Se você confiar no trabalho duro, você terá que trabalhar duro pode fazer. Se você confiar em sua personalidade sparkling, você vai conseguir o que a personalidade pode fazer. Se você confia em oração, você recebe o que Deus pode fazer."
segunda-feira, 2 de março de 2015
Muçumanos protestam contra conversões ao cristianismo
Cerca de 2.000 muçulmanos reuniram-se perto da capital da Malásia no último sábado, para denunciar uma tentativa cristã de converter muçulmanos. Esse embate religioso pode custar ao primeiro-ministro Najib Razak os votos das minorias nas próximas eleições.
A manifestação, liderada por organizações religiosas não governamentais, teve início em meio a uma onda crescente de acusações de conversões ao cristianismo.
Recentemente uma igreja metodista foi atacada por muçulmanos revoltados e o fato irritou as minorias étnicas do país onde mais da metade é de maioria islâmica.
Homens, mulheres e crianças levavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem contra os cristãos. A maioria lembrava ao governo que, pela lei da Malásia, trocar de religião é crime.
“Nos reunimos aqui hoje para salvar a fé dos muçulmanos e acabar com essa ameaça de apostasia”, afirmava Yusri Mohamad, presidente do comitê organizador. ”Algumas pessoas dizem que eles [os não-muçulmanos] trabalham arduamente para espalhar a sua religião e não há nada de errado com a apostasia. São essas vozes que queremos calar com o nosso encontro de hoje. ”
Os membros da etnia malaia, mais da metade da população, são muçulmanos por nascimento e constitucionalmente proibido de deixar a fé. Os não-muçulmanos (cristãos e budistas) têm liberdade de culto. A igreja metodista disse que estava numa reunião de caridade quando foi invadida.
Os protestantes islâmicos dizem que era uma campanha evangelística e não estavam contentes com o número de pessoas que passaram a se denominar cristãs depois das reuniões naquele templo.
Interceda pela Malásia.
Com informações Reuters
A manifestação, liderada por organizações religiosas não governamentais, teve início em meio a uma onda crescente de acusações de conversões ao cristianismo.
Recentemente uma igreja metodista foi atacada por muçulmanos revoltados e o fato irritou as minorias étnicas do país onde mais da metade é de maioria islâmica.
Homens, mulheres e crianças levavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem contra os cristãos. A maioria lembrava ao governo que, pela lei da Malásia, trocar de religião é crime.
“Nos reunimos aqui hoje para salvar a fé dos muçulmanos e acabar com essa ameaça de apostasia”, afirmava Yusri Mohamad, presidente do comitê organizador. ”Algumas pessoas dizem que eles [os não-muçulmanos] trabalham arduamente para espalhar a sua religião e não há nada de errado com a apostasia. São essas vozes que queremos calar com o nosso encontro de hoje. ”
Os membros da etnia malaia, mais da metade da população, são muçulmanos por nascimento e constitucionalmente proibido de deixar a fé. Os não-muçulmanos (cristãos e budistas) têm liberdade de culto. A igreja metodista disse que estava numa reunião de caridade quando foi invadida.
Os protestantes islâmicos dizem que era uma campanha evangelística e não estavam contentes com o número de pessoas que passaram a se denominar cristãs depois das reuniões naquele templo.
Interceda pela Malásia.
Com informações Reuters
domingo, 1 de março de 2015
Pensamento
"Se você parou de orar Satanás te venceu, pois um dos grandes triunfos dele é fazer os cristãos desistirem da oração"
Buscai ao SENHOR e a sua força; buscai a sua face continuamente.Salmos 105:4
sábado, 28 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Você vive em uma cadeira de balanço? Eles vivem em constante pressão por ser cristãos!
Interceda pelos cristãos perseguidos!
Cristão, condenado injustamente, perde a guarda dos filhos e seus bens materiais
Tamirat Woldegorgis saiu da prisão em Jijiga no dia 25 de abril, depois de passar quase dois anos sob custódia, em uma pequena cela, com 50 outros presos. Tamirat ficou com uma perna paralisada.
"Eu tentei localizar meus filhos, mas meu esforço foi em vão", disse Tamirat ao Compass. "Minha vida está arruinada - Perdi minha casa, meus filhos, minha saúde. Agora estou sem casa, e eu estou coxo".
Os muçulmanos de sua aldeia, Hagarmariam, podem ter levado seus filhos para desencorajá-lo a retornar à região, disse Tamirat, atualmente morando com um amigo em uma cidade não revelada. Membro da Igreja do Evangelho Pleno, Tamirat foi preso em agosto de 2010, depois que seu colega de trabalho e sócio muçulmano descobriu a inscrição "Jesus é o Senhor" em um pedaço de pano que pertencia a Tamirat, disseram os cristãos da região.
Depois seu sócio o acusou de escrever "Jesus é o Senhor" em uma cópia do Alcorão, embora nenhuma evidência disso tenha sido encontrada. Irritados os xeiques das mesquitas da região prenderam Tamirat por profanar o Alcorão. Segundo as fontes, os muçulmanos também o acusaram de escrever "Jesus é o Senhor" em um pedaço de madeira, em um microônibus e, em seguida, na parede de uma casa.
Enquanto Tamirat estava na prisão, as autoridades tentaram convencê-lo a negar sua fé e tornar-se muçulmano, mas em todas as tentativas ele se recusou, disse ele.
"A vida na prisão Jijiga foi muito dura", disse Tamirat. "Cerca de 50 prisioneiros ficavam trancados em uma pequena cela. Foi realmente muito difícil. Sobreviver a uma prisão dura como esta só é possivel pela graça de Deus. Enquanto estive lá, alguns dos detentos morreram".
Somente por duas ocasiões me autorizaram receber visitas na prisão, disse ele. Um advogado o visitou alguns meses antes de sua libertação, mas isso depois de cumprir pouco menos de dois anos da sentença. Ao ser liberado da prisão, Tamirat não recebeu seus documentos oficiais - o cartão de identificação nacional e a carta de liberação – fato que indica a falta de evidências que justifiquem sua prisão.
Quando ele chegou em casa, descobriu que os muçulmanos haviam invadido suas terras e parcialmente demolido sua casa. Não havia nenhum sinal do paradeiro de seus filhos.
Ele escreveu uma carta para a polícia de Moyale reclamando da ocupação de sua casa, mas até o momento não recebeu nenhuma resposta.
Tamirat começou a receber mensagens ameaçadoras logo após seu retorno. "Nós não queremos te ver por aqui", dizia uma das frases. "Você corre risco de perder a vida". Então ele fugiu para a casa de um amigo cristão.
Zamatar Abdi, um oficial de Moyale, disse ter comprado o terreno onde está localizada sua casa, disse Tamirat. Uma máquina de costura de 225 dólares americanos e todos os utensílios domésticos desapareceram. A casa está parcialmente demolida e, inabitável, disse ele.
Tamirat espera reencontrar seus filhos, e que suas queixas e ações judicias, para recuperar seus bens, sejam levadas em consideração.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Ateu Conhece o Poder da Oração!
No dia 12 de julho de 1953 convertia-se do ateísmo ao Evangelho o Dr.J. Stovell,cientista de renome nos Estados Unidos.No seu vibrante testemunho, que transcrevemos da revista portuguesa “Novas de Alegria”, do mês de abril de 1956, o Dr.Stovell narra algumas de suas extraordinárias descobertas que o levaram a render-se incondicionalmente a Cristo, Eu era ateu convicto pensava que Deus apenas existia na fantasia dos crentes e não era mais que um resultado da sua superstição.Nas nossas pesquisas científicas fazemos por vezes descobertas estupendas acerca da atividade do cérebro humano.Constatamos que, de uma forma geral,ele funciona como uma emissora de rádio.Procuramos encontrar a escala das ondas em que trabalha e encontramo-la.Dentro de certo limite verificamos que há um lugar para a onda de cada homem, em particular elas os distinguem umas das outras, mais do que as impressões digitais o podem fazer.
Foi perante uma descoberta assim que, sem que pudesse impedi-lo, este pensamento me assaltou: “ Se nós, os cientistas deste século podemos medir a atividade do cérebro humano, não poderia Deus, se porventura existisse, registrar os nossos pensamentos?” Sentimos interesse por experimentar o que acontece num cérebro, quando o homem morre, e escolhemos uma mulher para objeto da nossa experiência. Ela era crente e sabíamos que estava à morte. Sem que ela soubesse, montamos os instrumentos científicos necessários à nossa experiência, no quarto anexo ao seu, para que pudéssemos ser testemunhas dos seus últimos momentos de vida.Éramos cinco, os cientista, que com interesse aguardava o que iria acontecer. Nenhum de nós era cristão – e de todos era eu quem mais duramente desprezava a idéia de Deus.
Entre a nossa aparelhagem havia um instrumento que media a força do pensamento da moribunda.Tinha como ponto central o 0 e subia 500 graus ao lado positivo, à direita, enquanto à esquerda descia 500 negativos. Anteriormente tínhamos medido, com o mesmo instrumento, uma das maiores emissoras de rádio dos EUA, enquanto emitia um programa para todo o mundo. A agulha indicara então nove graus positivos. Já perto da morte, moribunda começou a louvar a Deus. Clamou por graça e perdão para todas as suas faltas e protestou a sua fé no perdão, pelo sangue de Jesus. Alegrou-se por sentir que podia já trocar este vale de lágrimas pelo lar celestial – por uma vida eterna com o seu Redentor e Senhor. Nós, os que escutávamos, sentimo-nos tão comovidos que quase esquecemos os nossos instrumentos científicos. Entreolhamo-nos com lágrimas,sim, eu fui tão tocado que chorei.Foi então que se ouviu um estalido no indicador. Ao olhá-lo, não podíamos crer nos nossos olhos. Apontava os 500 graus positivos, e a agulha tentava subir mais ainda. Ficamos estupefatos – comovidos em todo o nosso ser. Pela primeira vez na história humana fora medida a força da oração dum crente, e essa oração mostrava-se 55 vezes ,ais potente que uma das maiores emissoras dos Estados Unidos da América .
Tivemos de convencer-nos de que o instrumento era limitado e não pudera medir mais.Todas as minhas idéias ateísmo ruíram.Sentíamos-nos profundamente tocados pelo que víramos e experimentávamos uma realidade inegável. Pouco tempo depois combinamos fazer uma nova prova.O objeto desta vez era um ateu, que sofria horrivelmente duma doença devastadora. Depois de termos montado os nossos instrumentos como da primeira vez, combinamos com uma enfermeira que começasse a discutir com o homem. E o homem afirmou que estava desapontado com Deus e com os homens. Olhamos para o nosso quadro.A agulha começava a indicar o lado negativo. Quando o homem começava a blasfemar, o instrumento fez ouvir outra vez um estalido. A agulha parara nos 500 graus negativos.”Desta maneira senti-me diante do Deus Onisciente e Onividente. A minha convicção ateísta ruiu. Como um cientista sincero, não podia negar a verdade.Agora sou um cristão feliz.creio no Senhor Jesus Cristo, como meu Salvador pessoal. Eu, o velho ateu, louvo a Deus porque Ele, na sua graça, me salvou dos poderes das trevas e me encheu, a mim, o indigno, com o Espírito Santo e poder”.
Paixão pelas Almas, Parte 2.
John Mckenzie, ajoelhado a beira do Lossie, clamava: "Ó Senhor, manda-me para o lugar mais escuro da terra!".Prayine Hyde, missionário na Índia, suplicava: " Ó Deus, dá-me almas ou eu morrerei!".
Quanto aqueles que assistiam a morte de Davi Stoner, pensavam que seu espírito já tivesse se retirado, ele se levantou na cama, e clamou: "Ó Senhor, salva os pecadores! Salva-os as centenas e salva-os aos milhares", e findou sua obra na terra. O desejo ardente da sua vida, dominava-o até a morte.
David Brainerd falava: "Eís-me aqui, Senhor. Envia-me a mim! Envia-me até os confins da terra: Envia-me aos selvagens habitantes das selvas; envia-me para longe de todo conforto terrestre; envia-me mesmo para morte, se for no teu serviço e para progresso do Teu reino". Ele mesmo escreveu: "Lutei pela colheita de almas, multidões de pobres almas. Lutei para ganhar cada uma, e isto em muitos lugares. Sentia tanta agonia, desde o nascente do sol até o anoitecer, que ficava molhado de suor por todo o corpo. Mas, ó meu querido Senhor soou sangue pelas pobres almas. Com grande ânsia eu desejava ter mais compaixão".
João Welsh, encontrava-se nas noites mais frias prostrado no chão, chorando e lutando com o Senhor, por seu povo. Quando sua esposa implorava que explicasse a razão da sua ânsia, respondia: "Tenho que dar conta de três mil almas e não sei como estão".
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Paixão Pelas Almas, Parte 1.
Você acha muito 30 minutos de oração todas as segundas, quartas e sextas pelos perdidos? então veja essas declarações desses que sentiam paixão pelas almas.
John Knox, assim rogava a Deus: "Dá-me a Escócia ou eu morro!".
Whitefield, implorava: "Se não queres dar-me almas, retira a minha!".
John Bunyan, disse: "Na pregação não podia contentar-me sem ver o fruto do meu trabalho".
Assim dizia Matheus Henry: "Sinto o maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e de prata, para mim mesmo".
D. L. Moody: "Usa-me, então meu Salvador, para qualquer alvo em qualquer maneira que precisares. Aqui está meu pobre coração, uma vasilha vazia, enche-a com tua graça".
Henrique Martyn, ajoelhado na praia da Índia, onde fora como missionária, dizia: "Aqui quero ser inteiramente gasto por Deus".
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