quarta-feira, 29 de março de 2017

Nobre

A Oração intercessora é a mais nobre das orações!

segunda-feira, 13 de março de 2017

A Oração!

Ele sabe, muito bem, que a nossa natureza é propensa a desencorajar-se quando não tem uma imediata resposta à oração. Muitas vezes pensamos que Deus não nos ouviu, e, então, desanimamos de orar. Pode ser, também, que deixamos de orar porque achamos que a insistência em suplicar pode cansar Deus?


Os israelitas, nos dias de Jesus, limitavam seus períodos de oração em três vezes ao dia (conforme Daniel 1.10), justamente para não importunar a Deus. Será que o nosso Pai afadiga-se?


O profeta Isaias afirma: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?” (Isaias 40.28).

Deus é extremamente atencioso. Está atento a cada pedido que lhe é feito. Mas, Ele sabe, exatamente, qual o melhor momento para responder, e de que forma o fazer.

Também, Ele sabe qual a oração que não deve ser respondida, pois, sabe o que vai nos beneficiar ou não.

Os motivos pelos quais oramos, muitas vezes, não estão dentro da vontade de Deus, assim, Ele não responderá porque o que não é de sua vontade não será bom para nós.

Deus, sempre, visa o nosso bem. Mas, é certo que Deus, no momento adequado, se manifestará.

Sou edificado, cada vez que leio a palavra que Deus dirigiu a Moisés na sarça ardente: “Certamente, vi a aflição de meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel.” (Êxodo 3.7,8).

São sabemos por quanto tempo o povo clamou por sua libertação do Egito. Mas, certamente, não houve esmorecimento no suplicar. No momento certo Deus trouxe-lhes a resposta.

Deus prometeu a Salomão que “Se o meu povo, que se chama por meu nome, se humilhar e orar, e me buscar, e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (II Crônicas 7.14).


Deus põem suas condições: orar, humilhar-se, buscar e converter-se. Uma vez que as cumpramos, Ele responderá.

Alguém pode perguntar: “Se Deus é soberano e tudo realiza segundo a sua vontade, qual a necessidade de orar?” Lembremos que, embora a vontade de Deus seja “boa, agradável e perfeita” (Romanos 12. 2), Ele aguarda a nossa oração, pois quer fazer-nos participantes diretos de todos os seus atos.


Daniel buscou ao Senhor “com orações e súplicas, jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9.3), confessando e intercedendo pelo pecado do povo a fim de que cessasse a assolação que estava sobre Jerusalém.

Daniel sabia que, mais cedo ou mais tarde, a resposta de Deus viria, mas, também, sabia que Deus esperava as orações dos seus filhos. Precisamos ratificar o propósito de Deus, orando.


Assim, Daniel clamou sem cessar, três vezes ao dia, perseverantemente. Cumpramos a palavra apostólica que ensina: “Perseverai na oração, vigiando com ações de graça” (Colossenses 4.2). “Orai sem cessar” (II Tessalonicenses 5.17). Verdadeiramente, Deus espera a nossa oração. 
 Amém.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Reflexão




Podemos ler todos os livros que têm sido escritos sobre oração, mas enquanto não tomarmos a firme decisão de orar, não aprenderemos o que é orar.  Hope Mc Donald

sábado, 4 de março de 2017

Mulher é executada por distribuir Bíblias

Em nome de JESUS não pare de interceder e jejuar pelos cristãos perseguidos da Coreia do Norte.
Uma cristã norte-coreana acusada de distribuir Bíblias -- um livro banido pelo regime comunista da Coreia do Norte -- foi executada publicamente no mês passado, denunciaram nesta sexta-feira ativistas de direitos humanos.


Ri Hyon Ok, 33, foi acusada também de espionar para a Coreia do Sul e para os Estados Unidos e de organizar movimentos dissidentes, afirmou a Comissão Investigativa de Crimes contra a Humanidade. O relatório da ONG incluía ainda uma cópia do documento de identidade e afirma que o marido, filhos e parentes de Ri foram enviados para a prisão no dia seguinte à sua execução.



O fechado governo norte-coreano não confirmou ou mesmo comentou o caso. A execução, contudo, marcaria um duro golpe em um país onde o cristianismo já floresceu e cuja capital, Pyongyang, já foi chamada de Jerusalém do Leste pela predominância da religião cristã.

Segundo à Constituição, a Coreia do Norte garante a liberdade de religião. Na realidade, contudo, o regime restringe severamente qualquer culto que não seja ao ex-ditador Kim Il Sung, fundador da nação, e seu filho, o atual diretor Kim Jong Il.


O governo autorizou quatro igrejas estatais: uma católica, duas protestantes e uma ortodoxa russa. Contudo, elas só podem ser frequentadas por estrangeiros. Ainda assim, mais de 30 mil norte-coreanos seriam cristãos.



O Departamento de Estado americano afirmou em relatório no ano passado que "liberdade religiosa genuína não existe na Coreia do Norte."



O relatório indica ainda que o governo norte-coreano tomou novos passos para interromper o aumento dos cristãos clandestinos, particularmente nas áreas de fronteira com a China. As medidas incluem o envio de militares em igrejas e a organização de falsas reuniões religiosas como armadilha para cristãos convertidos.



Ri foi executada, segundo a ONG, na cidade de Ryongchon. Outra cristã, Seo Kum Ok, 30, foi preso e torturado próximo à mesma cidade. Ela foi acusada de tentar espionar as instalações nucleares norte-coreanas em nome da Coreia do Sul.



O relatório dos EUA estima que haja 6.000 cristãos presos na Prisão Nº 15, no norte do país comunista, onde os detentos cristão sofrem piores tratamentos do que os demais.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Perseguição religiosa cresce em todo o mundo, interceda pelos cristãos perseguidos


INTERNACIONAL - Os cristãos estão sob ataque em muitos países com governos que reprimem a religião, ou são hostilizados na sociedade, segundo um novo relatório.

O relatório, feito pelo Fórum Pew Research Center sobre Religião e Vida Pública, olhou para as estatísticas e dados governamentais, utilizando critérios como a repressão do governo sobre a religião e a hostilidade social, incluindo motivos religiosos, para saber quais foram os países menos tolerantes com a religião.

Cristãos em 130 países – 66% dos países do mundo – sofrem com as leis do governo e com o assédio social. Os muçulmanos, de acordo com o relatório da Pew, enfrentaram um assédio do governo e da sociedade um pouco menor, com incidentes reportados em 117 países. Muitas das regiões onde há perseguição indicam que há conflitos entre as duas religiões, segundo relatório.

A intolerância religiosa é mais alta no Oriente Médio e Europa. Embora o Oriente Médio seja predominantemente muçulmano, o relatório diz que os próprios muçulmanos sofrem mais oposição, com cristãos e judeus perseguindo com mais vigor.

O Egito mostrou um aumento maior na repressão do governo e na hostilidade social contra cristãos, sendo que o relatório relaciona tal dado com o fato de ter acontecido uma recente revolução democrática no país. Cristãos e muçulmanos têm constantes conflitos entre si, por isso há dificuldade de se expressar livremente a religião.

A França ficou em segundo lugar e recebeu muitas críticas por ter implementado leis antiburca no ano passado. O preconceito contra os muçulmanos tem aumentado.

“Em geral, a maioria dos países que tiveram aumento substancial de restrições governamentais ou hostilidade social envolvendo religião já tinha níveis altos ou muito altos de restrições e hostilidade religiosa”, disse o relatório.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O Que é Intercessão!


Interceder é colocar-se no lugar de outro e pleitear a sua causa, como se fora sua própria. É estar entre Deus e os homens, a favor destes, tomando seu lugar e sentindo sua necessidade de tal maneira que luta em oração até a vitória na vida daquele por quem intercede.Há muitas definições que nós poderíamos dar sobre intercessão. A mais simples está na Bíblia: "Orai uns pelos outros" (Tg. 5:16). Ela está cheia de exemplos: Abraão suplicou por Ló e este foi liberto da destruição de Sodoma e Gomorra; Moisés intercedeu por Israel apóstata e foi ouvido; Samuel orou constantemente pela nação; Daniel orou pela libertação do seu povo do cativeiro; Davi suplicou pelo povo; Cristo rogou por Seus discípulos e fez especial intercessão por Pedro; Paulo é exemplo de constante intercessão. Toda a Igreja é chamada ao fascinante ministério da intercessão.


O intercessor é o que vai a Deus não por causa de si mesmo, mas por causa dos outros. Ele se coloca numa posição de sacerdote, entre Deus e o homem, para pleitear a sua causa.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Os Cristãos perseguidos contam com sua Intercessão.

"Eu disse a eles que as orações dos meus irmãos e irmãs no Paquistão e em outros países seriam mais do que suficiente para me ajudar".

Naveed Masih, um cristão paquistanês acusado de matar um muçulmano durante o ataque de um grupo radical islâmico na cidade de Gojra, Paquistão, foi preso e torturado por ser testemunha-chave da ação que deixou pelo menos sete cristãos mortos. Os homens colocaram fogo na casa de evangélicos vitimados por falsas acusações.


Liberado sob fiança há poucos dias, Masih, que é acusado de matar um dos bandidos, disse que alguns muçulmanos lhe ofereceram grandes somas de dinheiro para alterar o seu depoimento sobre o ataque, que teria sido planejado por líderes muçulmanos locais.



Eles espalharam o boato de que os cristãos teriam blasfemado contra o Alcorão, o livro sagrado do Islã. Com isso, grupos terroristas islâmicos saquearam mais de 100 casas e queimaram cerca de 50, resultando em sete mortos e, pelo menos, 19 pessoas feridas.



Masih afirmou um dos muçulmanos acusados pelo ataque, Qadir Awan, lhe ofereceu dinheiro em troca da mudança do depoimento do que realmente aconteceu.



"Ele disse que eu poderia ganhar muito dinheiro, porque era a única testemunha do saque, mas eu temo ao Senhor", disse Masih.



O evangélico de 32 anos afirmou que os muçulmanos fizeram inúmeros contatos com ele na cadeia para lhe dizer que poderiam ajudá-lo de várias maneiras.



"Eu disse a eles que as orações dos meus irmãos e irmãs no Paquistão e em outros países seriam mais do que suficiente para me ajudar".


Temendo por sua vida, agora que está em liberdade sob fiança, Masih disse que pediu ajuda para deixar o Paquistão, pois continua a ser ameaçado de morte.


"Caso continue a morar no Paquistão, não ficarei vivo", sentenciou Masih, que na prisão sofreu torturas durante longo tempo.



A Alta Corte de Justiça do Paquistão libertou Naveed Masih após o Tribunal de Justiça ter negado sua liberdade em outubro. A morte de um dos bandidos teria ocorrido, segundo a polícia, quando ele disparou para o ar tiros de aviso de um telhado, para tentar dispersar a multidão de muçulmanos que ameaçava os evangélicos. Ele nega o uso de quaisquer armas.



Masih disse que 17 muçulmanos estão presos pelo ataque. O restante ainda está foragido e, segundo informações, a polícia não tem a intenção de prendê-los.



Tradução e adaptação: Milton Alves
Fonte: Compass Direct News

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Orai sem cessar. 1 Tessalonicenses 5:17

Um irmão da Operação Mobilização, aconselha: "Não apenas leia as cartas, leia e ore. Quando você vê algo acontecendo ore, você pode imediatamente orar pelo que você está vendo. Você pode conversar ao telefone e orar enquanto conversa... ao ouvir coisas numa reunião, no rádio ou em qualquer lugar, rapidamente ore... enquanto você escreve uma carta, você pode orar. Leia, ore; veja, ore; telefone, ore; ouça, ore; escreva, ore..."


sábado, 11 de fevereiro de 2017

O seu nome está na lista? Membro do grupo de intercessão tem visão sobre o grupo.

Em uma visão eu vi um punho de um general conferindo uma lista de nomes; era os nomes daqueles que haviam assumido o compromisso no grupo de Intercessão. Ele dizia: deixa eu ver quem se alistou. 



Ele estava averiguando um por um, o Espírito do Senhor dizia a mim:  É o nome dos ceifeiros que se prontificaram em interceder.

Ele levantava a mão para tocar como se fosse uma buzina convocando para receber uma ordenança Dele.

Em continuação à visão uma imagem de um demônio que convocava mais outros para guerrear contra aqueles que estavam orando no grupo de Intercessão para fazerem eles pararem, e ele dizia: Luta nas casas deles, na vida deles, na união conjugal, em tudo para que fiquem fracos e não tenham força para orar, e assim acabe com este grupo de Oração.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Quem são os muçulmanos? Descubra por que interceder por eles.



1. Sua origem: Os muçulmanos são os adeptos do Islamismo. O termo "islamismo" vem da palavra árabe islão, que significa "submissão"; uma referência a sua obediência à sua divindade Alá. É uma religião fundada por Maomé (570-634 d.C.) na Arábia Saudita. Hoje são cerca de 1 bilhão de seguidores; a maioria na Janela 10 por 40. Para cada seis seres humanos no planeta um é muçulmano, dois são cristãos (incluindo os cristãos nominais), um já ouviu falar de Jesus pelo menos uma vez, e dois nunca ouviram falar de Jesus.

2. O grande desafio à Igreja. A evangelização dos muçulmanos é um dos maiores desafios da Igreja, isso porque nenhuma religião do mundo odeia tanto a cruz de Cristo como o Islamismo; e além disso, ensinam seus adeptos a opor-se ao Cristianismo. O islão não é apenas uma religião, mas também um sistema político, social, econômico, educativo e judicial. A sociedade muçulmana exige estrita fidelidade por parte dos seus cidadãos. A opinião do indivíduo conta pouco; o que a comunidade pensa é muito mais importante. O comportamento de um indivíduo é controlado de tal maneira pela sociedade que quase não resta espaço para uma ação independente. É por isso que o muçulmano não está habituado a tomar decisões pessoais, como aceitar o evangelho, crendo em Cristo como o seu Salvador.

3. Suas crenças: Negam a Trindade, a divindade de Jesus; afirmam que Jesus não é o Filho de Deus; negam sua morte na cruz; ressaltam que não é necessário alguém morrer pelos pecados de outrem e rejeitam a doutrina do pecado original. Apesar de serem monoteístas, professando sua crença em Alá como único Deus e em Maomé seu profeta, negam e atacam os fundamentos do Cristianismo. O conceito deles sobre cada doutrina do Cristianismo é distorcido e antibíblico. Eram poucos os cristãos na Arábia, nos dias de Maomé. Além disso, o Cristianismo daquela região, de maioria nestoriana, não era bíblico. Isso explica o fato de Maomé haver pensado que a Trindade se constituísse de Pai, Filho e Maria (Alcorão, Sura 4.171; 5.72.73), em vez de Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 28.19; 2 Co 13.13).

4. O Alcorão: Nós temos a Bíblia e eles o Alcorão. Os muçulmanos nunca puderam provar ser o seu livro de origem divina. Suas declarações são meramente dogmáticas, baseadas na autoridade que seus adeptos lhe atribuem. O certo é que a Bíblia e o Alcorão se opõe um ao outro. O Alcorão nega a morte de Jesus; diz que Ele não foi crucificado (Sura 4.157); ao passo que toda a Bíblia fala de sua morte, tanto em termo de profecia (Gn. 3.15; Is 53), como de figuras, ver o sacrifício de Isaque (Gn. 22); ilustrações (Hb. 9.9-11), e sua historicidade nos Evangelhos e o seu significado nas epístolas (1 Co 15.3). O fato é confirmado também pela história (Josefo e Tácito).

CONCLUSÃO

A história da Igreja é marcada pelos desafios. Oramos 70 anos para que Deus fizesse ruir a Cortina de Ferro (os países comunistas) e Deus ouviu a nossa oração. Depois de tudo isso perguntamos: "O que estamos fazendo nesses países?" Infelizmente, muito pouco. Restam ainda a China, a Coréia do Norte e Cuba. Apesar de o evangelho estar sendo pregado nesses países, não deixa de ser mais um desafio para a Igreja. A Janela 10/40 ainda é um dos maiores desafios missionários da atualidade. Por isso todos os crentes devem orar, contribuir, apoiar e inteirar-se das necessidades dos trabalhos missionários direcionados para essa região do planeta.

Nos países muçulmanos se concentra o maior grau de perseguição aos cristãos, eles são torturados e mortos, contamos com você amanhã para orarmos e jejuarmos pelos cristãos perseguidos.
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