segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Que nos ensina mais do que aos animais da terra e nos faz mais sábios do que as aves dos céus? Jó 35:11

Se um ser humano batesse a cabeça numa árvore com a força e a velocidade proporcionais às de um pica-pau, seu cérebro seria danificado. A cabeça da ave suporta desacelerações de até 1.200g enquanto ele bica uma árvore até 22 vezes por segundo. Já os seres humanos aguentam apenas de 80 a 100g. Como o pica-pau consegue essa proeza?

Os cientistas Sang-Hee Yoon e Sungmin Park, da Universidade da Califórnia, desvendaram o mistério. Eles estudaram o movimento do bicho, fizeram vídeos e uma tomografia computadorizada da cabeça e do pescoço da ave. Assim, identificaram quatro estruturas que absorvem o choque mecânico. Segundo a revista Galileu, “trata-se de seu bico duro, mas elástico; um osso de suporte à língua que se estende por trás do crânio (chamado hióide); uma área de osso esponjoso em seu crânio; e um líquido cefalorraquidiano. Todas essas estruturas funcionam juntas para absorver as pancadas”.

Com a descoberta, os pesquisadores puderam simular o mecanismo do pica-pau e construir um sistema de absorção de choque mecânico. Eles utilizaram metais, borracha e até esferas de vidro. A ideia é reforçar as caixas-pretas dos aviões para suportar choques muito fortes e desacelerações severas, entre outras aplicações, inclusive militares.

Se o pica-pau também evoluiu ao longo de milhões de anos (como supõem os darwinistas), como explicar essa capacidade amortecedora que depende de várias partes que somente funcionam quando estão conectadas? O que evoluiu primeiro: o bico duro e elástico, o osso de suporte, o osso esponjoso ou o líquido cefalorraquidiano? Se um elemento depende de todos os outros para funcionar (e evitar que o cérebro do pica-pau vire geleia na primeira pancada), a resposta mais lógica é que foram criados juntos.

Michelson Borges

domingo, 9 de outubro de 2016

Paquistão: Cristãos mortos durante culto


No início da semana, um grupo de muçulmanos armados abriu fogo contra cristãos em uma reunião de oração ao ar livre no Paquistão. Dois cristãos foram mortos.
O tiroteio ocorreu durante a celebração anual da Igreja do Exército da Salvação, em Hurr Camp, uma colônia de cristãos da classe trabalhadora em Hyderabad.
O tumulto começou quando o grupo de jovens muçulmanos invadiu o culto reclamando das músicas que estavam sendo tocadas. Insatisfeitos eles começaram a insultar as mulheres presentes na reunião. Alguns dos irmãos não aceitaram a provocação para com as mulheres. Eles mandaram que os jovens fossem embora. E eles foram, dando uma aparente sensação de tranquilidade.
Um pouco mais tarde, cerca de 12 muçulmanos voltaram com armas e abriram fogo contra os cristãos. Dois homens, Younas Masih, 47, e Jamil Masih, 22, foram mortos. Outros dois, Sadiq, 45, e Isaac, 20, ficaram feridos.
Younas era casado e pai de quatro filhos. Jamil estava casado há apenas um mês. Os dois foram enterrados na terça-feira.
Cerca de 4 mil cristãos protestaram nas ruas antes da cerimônia de enterro, exigindo que a polícia prendesse os assassinos.
Cooperadores da Missão A Voz dos Mártires estão visitando as famílias dos dois cristãos assassinados e também seus amigos feridos. Ajuda médica já foi disponibilizada para eles.
Orem para que a saúde dos dois irmãos feridos seja restabelecida. Em especial, ore pelas famílias dos mártires para que sejam confortadas pelo Espírito Santo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Continuemos intercedendo pelos povos não evangelizados. Terrorista tenta matar família de pastor, mas acaba vendo a Jesus

Líder islâmico queria calar ministério de evangelização de muçulmanos.


Al-Rashid era o comandante de um grupo islâmico radical, que desejava converter todos ao Islã e fazer todas as nações submeterem-se ao domínio muçulmano. Depois de ouvir relatórios seguidos de muçulmanos trocando Maomé por Jesus, decidiu criar uma força-tarefa para rastrear os líderes cristãos que eram responsáveis por isso.
O objetivo era fazer esses homens se converterem ao islamismo ou matá-los, caso se recusassem. Foi quando soube que o pastor Paul, um ex-muçulmano que agora liderava um ministério de evangelização em diferentes partes do mundo. De fato, Paul e sua equipe distribuem Bíblias em muitas línguas e ajudam na formação de igrejas domésticas subterrâneas em países onde o evangelho é proibido.
Após acompanhar os passos do pastor, Al-Rashid traçou um plano para matar a família dele e depois sequestrar o líder cristão, forçando-o a voltar para o Islã. Todas as tentativas de levar isso adiante fracassaram. “Nós atacamos várias vezes”, conta o extremista, “mas eles escapavam milagrosamente.”
Certa noite foi até a casa da família pastoral à noite, desejando matar a todos, mas chegando lá viu o que pareciam ser muitos soldados ou homens armados ao redor do local, e por isso desistiu. Depois soube que não havia ninguém do lado de fora da casa naquela noite, o que o deixou intrigado.
Tempos mais tarde, Al-Rashid descobriu que a família do pastor estava passando por necessidades, incluindo falta de alimentação adequada para os filhos. Decidiu enviar uma mulher para entregar uma comida envenenada para eles. Contudo, na metade do caminho ela foi atacada por um cão, ficou seriamente ferida e nunca entregou os pacotes.
Decidiu então enviar uma segunda mulher, que deu chocolate com veneno para os filhos do pastor Paul. Mesmo depois de comer, eles sobreviveram, mas a menina ficou muito doente e foi internada.
“Eu estava assistindo, junto com dois outros homens de longe, para ver se ela morreria no hospital. Nosso plano era sequestrar o corpo dela”, conta Al-Rashid. Foi então que aconteceu algo inesperado.
“Vi uma bola de luz descer do céu e repousar sobre o quarto onde a filha dele estava deitada, inconsciente”, lembra. Sem entender o que estava acontecendo, percebeu claramente que uma mão saiu da bola de luz e tocou a filha do pastor. A menina imediatamente recuperou a consciência e se levantou.
Explica que a imagem daquela mão com um buraco no meio da mão e sangue que escorria dela o impressionou. “Eu tremia de medo”, diz Rashid. “Fiquei tonto e caí.” Depois dessa visão incomum, o líder terrorista passou a ter dificuldades para dormir.
Toda vez que fechava os olhos por muito tempo, lembrava daquela mão. Algumas noites depois, a sombra de um rosto humano apareceu junto com a mão e lhe perguntou por que ele o estava “pregando”. “Eu perdi a minha paz”, recorda Al-Rashid.
Lembrou então que tinha uma Bíblia em seu quarto, que consultava de vez em quando para fazer críticas ao cristianismo e tentar demonstrar a superioridade do Islã. Abrindo ao acaso, seus olhos caíram no texto de João 1: 9-10: “Estava chegando ao mundo a verdadeira luz, que ilumina todos os homens. Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu”.
“Naquele momento eu entendi o que falavam sobre Jesus”, diz ele. Compreendeu que a luz que vira era realmente Jesus, que sangrou por ele quando foi pregado na cruz. Perturbado, Al-Rashid procurou o pastor Paul e contou tudo. Para sua surpresa, recebeu um abraço e ouviu do líder cristão, com lágrimas escorrendo pelo rosto, que estava perdoado.
Naquela noite, Al-Rashid entregou sua vida a Jesus Cristo e nasceu de novo. Agora dedica sua vida para evangelizar muçulmanos que, como ele, estão enganados. Trabalhando com o ministério Bibles for Mideast [Bíblias para o Oriente Médio], hoje conta seu testemunho de como foi alcançado pelo amor de Deus. Com informações de Bibles4mideast

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Vamos falar um pouco mais sobre Epafras, nosso exempo de combate em Oração.

“Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e completos em toda a vontade de Deus.. Pois eu lhe dou testemunho de que tem grande zelo por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e pelos que estão em Hierápolis” (Colossenses 4:12-13).


Nós conhecemos pouco sobre Epafras. Ele é mencionado apenas três vezes na Escritura, todavia, os colossenses em particular estavam profundamente em débito para com ele. Ele foi o primeiro missionário e pastor deles (Colossenses 1:7). De Epafras, Paulo tomou conhecimento tanto do amor espiritual como da condição perigosa da igreja em Colosso, que o moveu a escrever sua epístola aos Colossenses.

Enquanto em Roma visitando Paulo, Epafras aparentemente caiu vítima da hostilidade de Roma contra o apóstolo e foi lançado na prisão com ele. Paulo testemunhou que a cela da prisão de Epafras era perfumada com o incenso suave de oração. À medida que concluía sua epístola, Paulo não pôde se refrear de fazer referência a três características consideráveis da vida de oração de Epafras.

Primeiro, Paulo insinua os relacionamentos nos quais a vida de oração de Epafras foi fabricada. Ele descreve seu relacionamento com Cristo (“um servo de Cristo”) e com os crentes em Colosso (“um deles”). Epafras revelou por um lado que ele pertencia a Cristo, e por outro, que ele pertencia aos colossenses. Sua vida era uma de intercessão, entrega e serviço.

Segundo, Paulo nos diz as necessidades pelas quais a vida de oração Epafras era motivada. Aqui estão os princípios que governava suas petições para a igreja de Colosso:

• Para que eles fossem “conservados” — isto é, permanecessem firmes na verdade, nas doutrinas da graça, se opondo a toda doutrina contrária;
• Para que eles fossem “perfeitos” — literalmente, “crescessem plenamente” — isto é, crescessem em maturidade espiritual.
• Para que eles fossem “completos em toda a vontade de Deus” — isto é, cheios de obediência e certeza da vontade graciosa de Deus.

Terceiro, Paulo nos informa das características pelas quais a vida de oração de Epafras era marcada. Essas incluem:

• Um espírito de catolicidade zelosa: “Pois eu lhe dou testemunho de que tem grande zelo por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e pelos que estão em Hierápolis”.
• Um espírito de constância abundante: “Combatendo sempre por vós em orações”.
• Um espírito de agonia que luta: “combatendo” — isto é, suas orações não eram apenas generosas, numerosas e contínuas, mas árduas também. Ele está engajado em conflito espiritual por vós, diz Paulo. Paulo usa a mesma palavra grega usada nos tempos do Novo Testamento para se referir aos homens lutando com feras selvagens na arena.

A vida de oração de Epafras tem muito a nos ensinar. Aqui estão algumas lições para ponderar:

• Perseverar em verdadeira oração é tanto o chamado do crente como o dom do Espírito Santo.
• Verdadeiros lutadores receberão muita oposição. Andrew Bonar escreveu: “A ordem de Satanás para os seus diabos é, ‘Não lute com pessoas grandes ou pequenas, mas somente com pessoas que oram’ ”.
• A oração é um chamado para toda a vida, não importa em quais circunstâncias estejamos.
• Nossa maior necessidade na igreja é por suplicantes e lutadores como Epafras.

Que Deus nos conceda o sermos Epafras’s na oração — homens e mulheres, jovens e crianças de catolicidade zelosa, constância abundante, e agonia que luta por nós mesmos, por nossas famílias, nossas igrejas e escolas, nosso estado e nação, e pelo reino de Jesus Cristo em todo o mundo. Então haveremos de ter muitos dias de oração nesse ano.

Fonte: The Banner of Sovereign Grace Truth (Março de 2001, Volume 9, Nº 3).

Reflexão

“Satanás balança o berço quando dormimos em nossas orações” – Joseph Hill.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

A Intercessão é Prioridade!

A intercessão deve ser uma das prioridades da vida do cristão. Todo crente é chamado a interceder. Há pessoas que têm um ministério de intercessão, com uma unção especial para tanto, mas cada crente tem uma vocação de Deus para interceder; É um imperativo. Quem não o faz, não exerce seu sacerdócio. Paulo é enfático ao dizer: "Antes de tudo, pois, morto que se use a prática de súplicas, orações e intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens " (1 Tm. 2:1).
 
Fazer intercessões e súplicas por todos, deve ser uma prática em nossa vida.
Insistimos no princípio: Amado, nós temos que nos arrepender da nossa falta de intercessão. Cada oração nossa realiza alguma coisa no reino do espírito. Um dia que passamos sem interceder, é um dia em que perdemos a oportunidade de criar alguma coisa no mundo espiritual, com conseqüências no mundo natural, sendo que esta oportunidade não mais voltará.
Muitas crises surgem em nossas vidas por falta de oração. Muitas vezes o Espírito nos traz uma direção, uma luz ou impressão, mas não queremos nos devotar à intercessão e, então, sofremos, desastres acontecem na vida de outros, almas vão para o inferno e angústias que poderiam ter sido evitadas pela oração, dilaceram muitas almas.
Somos chamados a interceder! Não responder a esse chamado do Trono é estar em pecado. O profeta Samuel, diante do pedido do povo para que clamasse a seu favor, para que não morressem por causa dos seus próprios pecados, fez uma tremenda declaração que deveria ser um desafio para nós também:
"E quanto a mim, longe de mim esteja o pecar contra o Senhor, deixando de orar por vós; eu vos ensinarei o caminho bom e direito" (1 Sm. 12:23).
Deus tem um propósito para o homem em Seu coração, e precisa dos Seus filhos para que esse propósito se estabeleça.
E o que é intercessão senão trazer a vontade de Deus à vida dos homem, da Igreja e das nações? Se entendermos isso, não esperaremos sobrar um tempinho para orar, mas faremos da intercessão uma das prioridades em nossa vida.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Reflexão

"Orar é subir com asas de águia acima das nuvens e chegar ao Céu claro, habitado por Deus. É entrar na casa do tesouro do Senhor e fartar-se de uma fonte inesgotável"

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte

Ditador Kim Jong-Un faz perseguição implacável 
Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.
Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.
Existe uma política de “culpa por associação”, em muitos casos, fazendo com que os parentes dos cristãos também sejam presos, mesmo que não professem a fé cristã, ressalta o relatório.
Embora oficialmente sejam conhecidos apenas 13.000 cristãos na Coreia do Norte, acredita-se que o número real seja muito maior. Existem 121 locais de culto religioso na Coreia do Norte, afirma o Centro de Dados dobre Direitos Humanos da Coreia do Norte, incluindo 64 templos budistas, 52 templos Cheondoista, três igrejas protestantes, uma catedral católica e uma igreja ortodoxa russa.
As cinco igrejas ficam na capital, Pyongyang, no entanto, analistas acreditam que elas servem apenas para tentar mostrar uma boa imagem da Coreia do Norte diante da comunidade internacional, pois não há cultos.
Segundo informações de missões, existem 500 igrejas domésticas na Coreia do Norte, formadas principalmente por pessoas cujas famílias eram cristãos antes de 1950 – início da Guerra da Coreia que dividiu o país. No entanto, eles não poderão estabelecer líderes nem usar materiais religiosos.
O ministério Cornerstone International, que trabalha com os cristãos naquela região, estima que existam entre 200 e 300 mil cristãos norte-coreanos vivendo no país, que não são reconhecidos pelo governo, a verdadeira igreja subterrânea.
Eles são obrigados a praticar sua fé em segredo, pois se forem pegos, serão enviados para campos de trabalhos forçados, bastante conhecidos pela população. Um homem que conseguiu fugir de um deles explicou à CSW que conheceu um prisioneiro que foi enviado para o campo simplesmente porque tinha passado um mês na China estudando a Bíblia.

Templos abertos, mas vazios

Os cristãos não são o único grupo religioso a sofrer sob o regime comunista. Budistas e Cheonistas [crença tradicional coreana] também são tratados como inimigos da revolução, embora a CSW acredite que “o regime pode ter um maior grau de tolerância com as crenças consideradas nativas da Ásia ou da península coreana”. Um dos principais argumentos contra as igrejas é que elas fariam parte de uma tentativa de dominação estrangeira.
Segundo o extenso relatório do CSW, os templos abertos parecem mais com museus que com   prédios de atividades religiosas. “Estas instalações, organizações e instituições permanecem abertas para mostrar a existência de pluralismo religioso e aceitação, mas a realidade é outra”, sublinha o material.
A CSW pede que a comunidade internacional apoie o encaminhamento da Coreia do Norte para o Tribunal Penal Internacional, onde será investigada todas as suas violações de direitos humanos.
Sua petição diz que “Muitos norte-coreanos estão sofrendo por causa de sua fé, e a comunidade internacional precisa agir urgentemente para acabar com a impunidade e garantir a prestação de contas… Todo esforço deve ser feito para buscar a responsabilização e justiça para o povo da Coreia do Norte, que sofre abusos dos direitos humanos em uma escala sem paralelo no mundo moderno”.Com informações de Christian Today

sábado, 24 de setembro de 2016

                                                         Tes­sa­lo­ni­cen­ses 5:17
“Orai sem cessar”

O apóstolo Paulo acon­se­lha os cris­tãos a orar sem ces­sar, o que sig­ni­fica sem inter­rup­ção, sem sus­pen­são, sem des­can­sar. Então, põe-se a ques­tão: como é possível estar a orar sem cessar?

Con­texto bíblico

O pró­prio S. Paulo afirma que orava sem ces­sar pelos cris­tãos em Roma, de acordo com o texto de Roma­nos capí­tulo um: “Pois Deus, a quem sirvo em meu espí­rito, no evan­ge­lho de seu Filho, me é tes­te­mu­nha de como inces­san­te­mente faço men­ção de vós, pedindo sem­pre em minhas ora­ções que, afi­nal, pela von­tade de Deus, se me ofe­reça boa oca­sião para ir ter con­vosco.” (Rm 1:9,10). O que Paulo está dizendo é que não deixa de men­ci­o­nar os cris­tãos de Roma nas suas orações.
Encon­tra­mos algo seme­lhante na sua pri­meira carta aos tes­sa­lo­ni­cen­ses, que diz: “…lembrando-nos sem ces­sar da vossa obra de fé, do vosso tra­ba­lho de amor e da vossa fir­meza de espe­rança em nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Ts 1:3) E na segunda carta consta: “Por isso nós, tam­bém, sem ces­sar damos gra­ças a Deus.” (1 Ts 1:13). Isto quer dizer que de maneira alguma dei­xa­vam de lembrar-se da fé que eles mani­fes­ta­vam, e de modo nenhum ces­sa­vam de agra­de­cer ao Senhor pela forma como tinham rece­bido a Pala­vra de Deus.

Por con­se­guinte, sem ces­sar sig­ni­fica ‘não omi­tir’ a ora­ção, os cris­tãos, ou a gra­ti­dão, na oca­sião apro­pri­ada para o facto. Dito dou­tra maneira seria: a vossa ora­ção deve ser sem omis­são na oca­sião pró­pria, no tempo deter­mi­nado para o efeito.

O sal­mista faz con­fis­são da sua prá­tica cons­tante na ora­ção: “Sete vezes no dia te louvo pelas tuas jus­tas orde­nan­ças.” (Sl 119:164). Da mesma sorte os ini­mi­gos de Daniel con­fes­sam o seu cos­tume na ora­ção: “Então res­pon­de­ram ao rei, dizendo-lhe: Esse Daniel, que é dos exi­la­dos de Judá, e não tem feito caso de ti, ó rei, nem do inter­dito que assi­naste; antes três vezes por dia faz a sua ora­ção.” (Dn 6:13). O que nota­mos nes­tas expe­ri­ên­cias é a fide­li­dade no pro­cesso da ora­ção pes­soal.

"A boa pregação nasce da boa oração."
John Piper (1946)

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Escala das nações de maior perceguição ao Cristianismo.


JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.
Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.
Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.

Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.

O termo “Janela 10/40” originou-se com Luis Bush diretor International AD2000 & Beyond Movement durante a 2ª Conferência de Lausanne, em Manila, em Julho de 1989. Desde então, tem sido usado por Missiólogos e autoridades eclesiásticas no mundo.
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