quarta-feira, 27 de julho de 2016

Os perdidos não serão e, na verdade, não poderão ser salvos a menos que alguém ore por eles!!!

Os perdidos não serão e, na verdade, não poderão ser salvos a menos que alguém ore por eles. Esta é uma declaração chocante que parece inacreditável até que vejamos a descrição bíblica dos perdidos como sendo: filhos do diabo (João 8:44), sob a autoridade de Satanás (Atos 28:18), a casa de um homem forte (Marcos 3:27), prisioneiros de guerra (Isaías 14:17) e cegados para o evangelho (2 Coríntios 4:3-4).

Todas estas são razões assustadoras para orarmos pelos perdidos se quisermos que eles tenham alguma esperança de salvação. Mas vamos nos concentrar apenas na cegueira espiritual neste momento. 2 Coríntios 4:3-4 diz, “Mas, se o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” Esta passagem ensina claramente que Satanás cegou as mentes dos perdidos com a finalidade específica de impedir que eles compreendam o evangelho.

Lewis Sperry Chafer nos diz que “A cegueira da mente, ou o véu colocado sobre a mente, mencionada em 2 Coríntios 4:3-4, causa uma incapacidade espiritual para o descrente entender o caminho da salvação, e é imposta sobre o homem não regenerado pelo arqui-inimigo de Deus em suas tentativas de impedir o propósito de Deus na redenção. É uma condição da mente contra a qual o homem não tem nenhum poder”


Um dos maiores pregadores de todos os tempos foi Charles H. Spurgeon. Veja o que ele fala ao compartilhar seu testemunho de conversão:

Confesso que fui criado em piedade, colocado em meu berço por mãos de oração, e as canções de ninar que cantavam para mim eram sobre Jesus. Eu ouvia o evangelho continuamente. Mesmo assim, quando a palavra do Senhor veio a mim com poder, era uma novidade tão grande como se eu tivesse vivido sempre entre as tribos não alcançadas da África Central, e como se eu nunca tivesse ouvido as novas da purificação feita com o sangue que correu das veias do Salvador.
Quando, pela primeira vez, eu recebi o Evangelho e minha vida foi salva, achei que eu realmente nunca o havia ouvido antes. Comecei a pensar que os pregadores que eu havia ouvido não o haviam pregado verdadeiramente. Mas, ao olhar para trás, fico inclinado a crer que eu havia ouvido o Evangelho inteiramente pregado muitas centenas de vezes antes. Esta era a diferença: Naquela época eu o ouvia como se não o ouvisse. Quando eu realmente o ouvi, a mensagem pode não ter sido mais clara em si mesma do que havia sido em épocas anteriores, mas o poder do Espírito Santo estava presente para abrir meus ouvidos e para guiar a mensagem ao meu coração.
Então eu achei que nunca havia ouvido a verdade sendo pregada antes. Agoraest ou persuadido que a luz brilhou freqüentemente em meus olhos, mas eu estava cego; portanto, eu achava que a luz nunca havia estado ali. A luz estava brilhando o tempo todo, mas não havia poder para recebê-la. O globo ocular da alma não estava sensível aos raios divinos”

O testemunho de Spurgeon é uma ilustração poderosa sobre quão ineficiente é o evangelho para uma mente que foi cegada para ele. Compartilhar o evangelho com aqueles por quem ninguém orou é como encorajar um cego a observar o por do sol junto com você. É um caso perdido, pois ele é cego. Ele não consegue enxergar!
E, a menos que o Espírito Santo remova as vendas demoníacas e abra a mente e o coração daquele homem, ele não pode ser salvo porque as coisas de Deus são “lhe parecem loucura” (1 Coríntios 2:14). A palavra grega para loucura é “moria”, de onde deriva a palavra ‘moron’ em inglês, que significa ‘imbecil’. O dicionário da língua inglesa Webster’s define a palavra ‘moron’ como “a mais alta classificação de deficiência mental, acima de imbecil ou idiota.” Logo, uma pessoa perdida vê o evangelho como sendo uma imbecilidade, uma estupidez; mas é o “homem forte” na vida dessa pessoa que lhe causa essa atitude negativa em relação ao evangelho.

Tentar compartilhar o evangelho com alguém nessa condição (que inclui todos os perdidos por quem ninguém está orando), pode até fazer mais mal do que bem. Jessie Penn-Lewis diz, “Enquanto não reconhecermos o homem forte ‘totalmente armado’ por detrás de todas as trevas do pensamento, e de toda cegueira para o evangelho, talvez não consigamos muito no que se refere a tirar as pessoas do poder das trevas para dentro do reino do amado filho de Deus. E, enquanto não soubermos como prestar bastante atenção à admoestação do Senhor e primeiro atarmos o homem forte, as tentativas que fizermos para ‘espoliar-lhe os bens’ apenas o deixarão mais enraivecido, e o habilitarão a fortalecer sua armadura e a guardar seu palácio em paz”

Assim que entendermos a importância de orar pelas vidas a serem salvas, devemos aprender  como fazê-lo. Na edição da Revista Fullness de Janeiro de 1979, Manley Beasley escreveu um artigo intitulado “Como orar pelos perdidos”. Esta foi a afirmação de introdução: “Orar pelos perdidos é uma área sobre a qual muito se fala mas pouco se conhece ou se entende.” É como tentar abrir um cofre trancado sem conhecer a combinação; não importa quão valioso seja o conteúdo, nós acabaremos frustrados e desistiremos.
Mas as vidas eternas por quem Cristo morreu são valiosas demais para desistirmos. Portanto, devemos aprender como orar eficientemente por elas. A propósito, pode ser que a sua oração esteja mantendo alguém fora do inferno. O famoso reavivalista Charles G. Finney disse, “No caso de um amigo impenitente, a condição exata pela qual ele deve ser salvo do inferno pode ser o fervor e a importunação da oração que você faz por aquele indivíduo” (Finney, p. 54).

terça-feira, 26 de julho de 2016

Reflexão!

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um náufrago?
Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem?
Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não iria prestar-lhe socorro?
E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado?
e como você consegue ver tantas pessoas irem para o inferno e não tem amor suficiente para fazer 3 dias na semana 1 hora de intercessão e jejum pelos perdidos?

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Os 10 países mais dificeis para ser cristão, parte 2.

6. Afeganistão

Ser cristão no Afeganistão ainda é difícil, em particular porque a Constituição é baseada em princípios Islâmicos. Além disso, o islamismo é a religião estatal e as leis não podem contradizer essas crenças religiosas.

O ano de 2009 foi duro para a Igreja, uma vez que o islamismo aumentou sua influência com a expansão do Talebã em muitas províncias. O Talebã ameaçou imigrantes, agentes sociais cristãos e a igreja local.

A pressão da família e da sociedade é ainda imensa. Quem não esconde sua conversão ao cristianismo é ameaçado até de morte pelos parentes. As ameaças têm o objetivo de trazer angústia, medo e de forçá-los a renunciar a nova fé. Em alguns casos, os novos recém-convertidos são hostilizados e há casos de seqüestro. Além disso, eles enfrentam discriminação na escola, no trabalho e nos serviços públicos. Consequentemente, muitos preferem não expressar publicamente sua fé em Cristo, nem se sentem seguros para se reunir com outros irmãos.

As informações que recolhemos não indicaram assassinatos religiosos. Apesar de toda a dificuldade, a Igreja está crescendo no Afeganistão.

7. Iêmen

O Iêmen continua na sétima posição, mas o total de pontos aumentou. Em 9 de junho passado, agentes de saúde cristãos estrangeiros foram raptados por homens armados. Depois de alguns dias, os corpos de três deles foram encontrados, horrivelmente mutilados. O destino dos outros seis ainda permanece desconhecido. Durante o período coberto pela reportagem, houve um aumento na apreensão de materiais cristãos.

A Constituição iemenita garante liberdade religiosa, mas também declara que o islamismo é a religião estatal e que a sharia é a fonte de toda a legislação. O governo permite que imigrantes pratiquem sua fé, mas os cidadãos iemenitas não podem se converter a qualquer religião. Ex-muçulmanos podem sofrer pena de morte se forem descobertos. Pregar a muçulmanos é proibido. Os que se convertem encontram a oposição das autoridades e também de grupos extremistas, que ameaçam os “apóstatas” de morte, se não se retratarem.

8. Mauritânia

A situação na Mauritânia deteriorou-se gravemente devido ao assassinato de um agente social cristão em junho; à prisão e de 35 cristãos mauritanos no mesmo mês; e a detenção de um grupo de 150 cristãos subsaarianos em agosto, por realizar seu próprio culto (essas reuniões só são permitidas a algumas igrejas católicas e protestantes).

A autoria do assassinato foi reclamada pela al-Qaeda no Magreb, um grupo terrorista da origem argelina ligado à al-Qaeda. A polícia, entretanto, foi responsável pela detenção e tortura dos cristãos mauritanos e subsaarianos.

A Constituição do país o define como república islâmica e reconhece o islamismo como a religião dos cidadãos e do Estado. O governo limita a liberdade de religião proibindo a impressão e distribuição de materiais religiosos não-islâmicos e a evangelização de muçulmanos.

9. Laos

A igreja é relativamente pequena, mas continua a crescer. Há cerca de 200 mil cristãos, a maior parte pertence a minorias étnicas.

Não houve melhora na liberdade religiosa do país.
A perseguição no Laos inclui algumas restrições na legislação. A atitude do governo é negativa e restritiva em relação aos cristãos – todos são estritamente vigiados por serem considerados agentes dos EUA para trazer a democracia ao Laos.

A Igreja não pode funcionar livremente e suas atividades sociais são limitadas.

Os cristãos são diminuídos na família e na aldeia. A pessoa que renuncia o culto a espíritos sofre grande pressão social.
Algumas vezes, os cristãos são detidos, e muitos experimentam abuso físico e emocional para renunciar a nova fé. Dois cristãos foram mortos; outros 21 foram detidos sem julgamento.

Cristãos têm sido fisicamente agredidos regularmente, e um pequeno número de igrejas foi destruído ou danificado. Apesar do alto nível de perseguição no Laos, há muitas atividades não-registradas e a Igreja parece crescer.

10. Uzbequistão

A liberdade religiosa no Uzbequistão deteriorou-se durante o ano passado. A atmosfera ficou mais anti-protestante. Isso ficou evidente no aumento de invasões a cultos cristãos e no confisco de livros. Muitos cristãos foram presos e multados, líderes foram interrogados e sofreram abuso físico e mental em delegacias.

Parentes de cristãos usam o abuso físico para pressioná-los a se converter ao islamismo.

Outro sinal de mudança é o fato de as autoridades usarem os meios de comunicação para difamar os cristãos. Foi exibido um documentário na televisão, originalmente transmitido no maio de 2008, denominado “Nas garras da ignorância”. No filme, os cristãos são retratados de modo negativo, identificados com seitas e descritos como satanistas. Cristãos ativos na igreja foram acusados de drogar e dinheiro para atrair pessoas ao cristianismo. O programa também afirmou que a “seita protestante” tenta atrair crianças.

O documentário foi reprisado várias vezes, mais recentemente em setembro de 2009, e já foi lançado em DVD. O impacto foi intimidador, resultando em sentimentos anticristãos.

Apesar da perseguição, a Igreja no Uzbequistão continua a crescer. Muitos cristãos procuram formas de pregar o evangelho. Eles enfrentam muitos obstáculos – por exemplo, a pregação e o louvor na língua uzbeque são proibidos, e as comunidades não podem obter o registro. Sem ele, as reuniões são ilegais.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Os 10 países mais dificeis para ser cristão, parte 1.

A Classificação de países por perseguição, divide os países em cinco graus, que vão de “perseguição severa” a “alguns problemas”. Ela é compilada e divulgada anualmente pela Portas Abertas, a fim de chamar a atenção sobre a liberdade religiosa dos cristãos em diversos países do mundo.

1. Coréia do Norte
Na primeira posição da nova Classificação está novamente a Coréia do Norte, o país em que toda atividade religiosa é vista como uma rebelião aos princípios socialistas que imperam. A situação dos cristãos é extremamente aguda neste momento, embora o regime norte-coreano esteja deixando aos poucos a mão-de-ferro com a qual controlava a sociedade.
Pela mobilização de cada recurso do poder, A Coréia do Norte tenta manipular a sociedade a fim de exterminar atividades cristãs, e usa todos os meios de poder para isso. Foram feitas pesquisas, e descobriram-se muitos cristãos secretos no país. Foram expostos durante pesquisas estritas da Coréia do Norte. Diz-se que os cristãos têm sido usados como testes para armas biológicas e químicas.
Apesar dessa situação desumana, A Igreja está florescendo, e aumentam também as chances de pregar o evangelho, especialmente para aqueles que vivem em cidades perto da China.

2. Irã
Neste ano, o Irã ultrapassou a Arábia Saudita e está agora na segunda posição. O número total de pontos registrados diminuiu devido à ausência de relatos de cristãos assassinados. A onda de prisões que começou em 2008 continuou com a mesma força ao longo de 2009, com cerca de 85 cristãos presos. Acredita-se que o governo usa as detenções para tirar a atenção da população quanto aos problemas internos, como o tumulto causado depois da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, em junho.
A maior parte dos presos foi maltratada na prisão. Embora a maioria tenha sido libertada, os processos continuam pendentes e os cristãos podem ser condenados a qualquer momento.
Muitos dos que foram libertados estão sob observação e sofrem ameaças. As detenções causaram o grande medo entre os cristãos.
Algumas igrejas foram fechadas, e o motivo primário foi o fato de ex-muçulmanos freqüentarem os cultos.
O islã é a religião oficial no Irã, e todas as leis devem ser compatíveis com a interpretação oficial da sharia (lei islâmica). Embora os cristãos de origem armênia e assíria sejam uma minoria religiosa reconhecida, eles relataram que alguns dos seus foram detidos, vítimas de abuso físico e discriminados.
Essas igrejas têm permissão para fazer cultos em sua própria língua, mas são proibidas de ministrar aos muçulmanos que falam o persa, idioma oficial do Irã. Segundo a sharia, qualquer muçulmano que deixar o islamismo enfrenta a pena de morte.
Algumas igrejas têm a polícia secreta vigiando seus cultos. Aqueles que são ativos em suas igrejas ou grupos domésticos estão sob pressão. São interrogados, presos e agredidos. Além da pressão das autoridades, os cristãos também enfrentam a pressão da sociedade.

3. Arábia Saudita
A Arábia Saudita foi da segunda posição para a terceira. Isso não significa que a situação da liberdade religiosa no país tenha melhorado. O número menor de pontos foi causado pela ausência de relatos de cristãos assassinados ou agredidos. Houve só um caso de prisão: um pároco estrangeiro sentiu-se obrigado a abandonar o país depois de receber ameaças de morte, algumas da própria mutaween, a polícia religiosa saudita.
Não há liberdade religiosa existe no reino saudita, onde só se permite que cidadãos tenham uma religião: o islamismo. Não há garantias legais de liberdade religiosa. O sistema legal é baseado na sharia (lei Islâmica). A apostasia (converter-se a outra religião) é punível com morte se o acusado não se retratar. Embora o governo reconheça o direito dos não-muçulmanos de cultuar em particular, o culto público não-muçulmano é proibido.
Os não-muçulmanos que realizam tais atividades correm risco de serem detidos, açoitados, deportados e, às vezes, torturados. Ex-muçulmanos também correm riscos de serem mortos pelos próprios parentes, para limpar o nome da família.

4. Somália
Durante o período coberto pela reportagem, a situação na Somália piorou. As forças etíopes deixaram o país em janeiro, e Sheikh Sharif Sheikh Ahmad, da Aliança pela Reliberação da Somália, foi feito presidente pelo parlamento do governo provisório.
Em abril, o parlamento aprovou unanimemente a adoção da sharia (lei islâmica), esperando assim obter o apoio da população, distanciando-a das milícias islâmicas que lutam pelo controle da nação.
Os cristãos são monitorados pelo governo e pelas milícias. O grupo extremista al-Shabaab está caçando os cristãos, e recebemos relatórios de menos 11 assassinatos. Outros foram raptados, presos ou agredidos.
A Constituição provisória provê liberdade religiosa, mas na prática, esse direito é pouco respeitado, porque a Constituição também estabelece o islamismo como a religião nacional, e afirma que as leis não podem contradizer o islamismo.
A maioria dos cristãos vive no sul da Somália. Eles estão em pequeno número, são severamente perseguidos e praticam sua fé em segredo, em condições extremamente perigosas. Outros cristãos somalis vivem como refugiados em países vizinhos.

5. Maldivas
No arquipélago das Maldivas, o islamismo é a religião oficial e todos os cidadãos devem ser muçulmanos. A perseguição aos cristãos nas Maldivas é sistemática: a legislação proíbe a prática de qualquer religião exceto o islamismo; o governo considera-se o protetor e defensor da religião; as igrejas são proibidas; a importação de materiais cristãos é proibida; a discriminação de não-muçulmanos é total; o controle social é enorme e os maldívios concordam com a suspensão de qualquer religião que não seja o islamismo.
No país – um dos menos evangelizados do planeta – há apenas um punhado de cristãos maldívios, que praticam a sua fé particularmente, temendo ser descoberto. Não há registro de ex-muçulmanos mortos por apostasia nas Maldivas.
Não houve melhora na liberdade religiosa no país durante o período coberto pela pesquisa. Houve dois relatórios sobre estrangeiros cristãos que foram deportados depois se encontrou materiais cristãos em sua bagagem.


"Seja um intercessor Ganhador de Almas"

Existem mais de 2 bilhões de pessoas que nunca ouviram o evangelho, estamos lutando por eles em oração e jejum, se junte a nós venha ser um intercessor! Informações luisantoniojc@hotmail.com ou WhatsApp e Sms 77-99909-0402.


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Atenção Intercessores!

Se os estimados intercessores(as) não estão recebendo os sms do grupo por gentileza nos comunicar pois perdemos parte dos contatos.

Desculpe-me o transtorno e agradeço compreensão!


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Agora, interrompo minha conversa com os homens e volto-me para ti, ó Deus. Neste momento, começo a ter com Deus uma comunhão que nunca terminará. Adeus, meu pai e minha mãe. Adeus, amigos e parentes. Adeus, comida e bebida. Adeus, mundo com seus prazeres. Adeus, sol, lua e estrelas. Agora, acolho a ti, Deus e Pai. Chego a ti, ó doce Jesus, mediador da nova aliança. Chego a ti, bendito Espírito da graça, Deus de toda a consolação! Agora, chego à glória; à vida eterna! Bem-vinda, morte!”

(Hugh McKail estava sendo enforcado por causa de sua fé quando dizia estas palavras. O Dr. Matthew McKail, seu primo, estava embaixo da forca. Ao ver o primo se contorcendo suspenso nas cordas, ele agarrou suas pernas e pendurou-se a elas para que o primo morresse mais rapidamente e com menos sofrimento. E foi assim que Hugh McKail, com “seu sorriso juvenil” foi encontrar-se com Cristo.)

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Clamor de Uma Alma!
Tem misericórdia de mim! E não desista de interceder e jejuar por minha salvação, assim como você que não entendia o evangelho eu não entendo e estou andando em passos largos para o inferno onde o bicho nunca morre o fogo nunca se apaga, e onde há choro e ranger de dentes, o tempo do inferno é de eternidade a eternidade, por favor, não me deixe ir para o inferno, se existe amor em você por favor continue intercedendo e jejuando por mim, me ajude, me socorra, os que entram no inferno não mais sairão de lá, sua intercessão me da esperança seu jejum me da novas oportunidades de ser salvo, conto contigo, poucos na terra assumem e continuam a ser fiéis a esse compromisso de orar e jejuar pelas salvação das Almas Perdidas.

Ass: Alma Perdida

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O Túmulo está vazio!


Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.

Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade. Ele se sentia diferente dos outros alunos.

Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis. É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceito pelos seus amigos.

Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.

Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.

Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo. O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.

Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa. Daí a professora começou a abrir os ovos.

Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas. Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram "Ai que lindo! Que bonito!" Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?

A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro. Imediatamente todos começaram a rir e gritar "Isso não está certo. Que coisa boba. Alguém errou!"

Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.

"É meu" disse Filipe. "É meu." As crianças começaram a rir e dizer "Ai Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!"

"Eu fiz certo, eu fiz" disse Filipe. "É o túmulo. O túmulo está vazio!"

Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas erradas. De repente Filipe foi aceito pela turma.

Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não ia viver uma vida longa.

Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teriam sobrevivido, Filipe faleceu. Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.

No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico - vazio.

Como o menino Filipe, nosso Senhor Jesus Cristo foi visto e tratado por todos que o conheceram como alguém diferente.

Ele também não foi compreendido. Não foi entendido. Ele foi rejeitado. Foi perseguido. Jesus também deixou uma herança - algo vazio - seu túmulo.

Quando você pensar sobre seu próprio túmulo, com toda sua finalidade, com todo o poder que ele tem sobre você, com toda sua humilhação, lembre-se de uma coisa. Um dia seu túmulo estará vazio - graças a Jesus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Mateus 19.9?

Mateus 19.9: Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.

11.1) Há muitos anos atrás eu ensinei nossa congregação em dois cultos noturnos a respeito do meu entendimento deste verso e argumentei que “não sendo por causa de prostituição” não se refere ao adultério, mas à fornicação sexual antes do casamento que um homem ou uma mulher descobre no noivo. Desde que descobri outras pessoas que sustentam essa visão e que deram uma exposição muito mais acadêmica que eu fiz, tenho também descoberto numerosas outras formas de entender que este verso também exclui a legitimidade do novo casamento. Muitas delas estão sumarizadas em Jesus and Divorce, William Heth e Gordon J. Wenham (Nelson:1984).

11.2) Aqui eu simplesmente darei um resumo breve de meu próprio ponto de vista de Mateus 19.9 e como cheguei a ele.

Eu comecei, primeiramente, ao ser incomodado pela forma absoluta da denúncia de Jesus contra o divórcio e o novo casamento em Marcos 10.11,12 e Lucas 16.18 não está preservado em Mateus, se na verdade esta cláusula de exceção é uma brecha para o divórcio e novo casamento. Eu estava incomodado pela simples idéia que tantos escritores fazem, de que Mateus simplesmente está tornando explícito algo que era implicitamente entedido pelos ouvintes de Jesus ou os leitores de Marcos 10 e Lucas 16.

Eles realmente teriam assumido que as afirmações absolutas incluiam exceções? Eu duvido muito, e portanto minha inclinação é questionar se de fato ou não a exceção de Mateus conforma-se com o absoluto de Marcos e Lucas.

A segunda coisa que começou a me incomodar foi a questão – Por que Mateus usa a palavra porneia (“não sendo por causa de prostituição”) ao invés da palavra moicheia , que significa adultério? Quase todos os comentaristas parecem simplesmente presumir que porneia significa adultério neste contexto. A questão que persistia era por que Mateus não usaria a palavra para adultério, se isto fosse o que ele realmente queria dizer.

Então notei algo muito interessante. O único outro lugar, além de 5.32 e 19.9, em que Mateus usa a palavra porneia é em 15.19, onde é usada ao lado de moicheia . Portanto, é a evidência contextual primária para o uso de Mateus é que ele concebe porneia como algo diferente de adultério. Poderia isto significar, então, que Mateus concebe porneia em seu sentido normal de fornicação ou incesto (1 Coríntios 5.10), ao invés de adultério?

A. Isaksson concorda com esta visão de porneia e apresenta sua pesquisa, parecida com esta, nas páginas 134 e 135 de Marriage and Ministry :

Portanto, não podemos fugir do fato de que a distinção entre o que era considerado como porneia e o que era considerado como moicheia foi minuciosamente mantido na literatura judaica pré-cristã e no NT. Porneia pode, é claro, denotar diferentes formas de relações sexuais proibidas, mas não podemos encontrar exemplos inequívocos do uso desta palavra para denotar o adultério conjugal. Sob estas circunstâncias dificilmente poderíamos assumir que esta palavra significa adultério na cláusula em Mateus. A logia do divórcio foi escrita como um parágrafo da Lei, intentando ser obedecida pelos membros da Igreja. Debaixo destas circunstâncias é inconcebível que, em um texto desta natureza, o autor não tivesse mantido uma clara distinção entre o que era a falta de castidade e o que era adultério: moicheia e não porneia seria usada para descrever o adultério da esposa. Do ponto de vista filológico existem argumentos fortíssimos contra esta interpretação da cláusula permitindo divórcio no caso da esposa ser culpada de adultério.

A próxima pista de minha busca por uma explicação veio quando estudei sobre o uso de porneia em João 8.41, em que os líderes judeus indiretamente acusam Jesus de ser nascido de porneia . Em outras palavras, uma vez que eles não aceitava o nascimento virginal, assumem que Maria havia cometido fornicação, e Jesus era resultado deste ato. Com base nesta pista, eu voltei para estudar o registro de Mateus do nascimento de Jesus em Mateus 1.18-20. Isto foi extremamente elucidador.

Nesses versos, José e Maria são referidos como marido ( aner ) e esposa ( gunaika ). Ainda assim, eles são descritos como noivos somente. Isto provavelmente vem do fato de que as palavras para marido e esposa eram simplesmentem homem e mulher, e do fato de que o noivado era um comprometimento muito mais significante do que é hoje. No verso 19, José resolve “divorciar-se” de Maria. A palavra para “deixá-la” é a mesma palavra de Mateus 5.32 e 19.9. Mas, mais importante que tudo, Mateus diz que José foi “justo” ao tomar a decisão de divorciar-se de Maria, presumivelmente por causa de porneia , fornicação.

Portanto, enquanto Mateus procede em construir a narrativa de seu Evangelho, ele encontra-se no capítulo 5 e depois no capítulo 19 precisando proibir todo casamento pós-divórcio (como ensinado por Jesus) e ainda permitir “divórcios” como aquele que José considerou como possibilidade, por pensar que sua noiva era culpada de fornicação ( porneia ). Assim, Mateus inclui a cláusula de exceção em particular para exonerar José, mas também no geral para apresentar que o tipo de “divórcio” que alguém talvez procure durante um noivado por causa de fornicação não está incluído na proibição absoluta de Jesus.

Uma objeção comum a esta interpretação é que em Mateus 19.3-8 e Mateus 5.31-32, a questão que Jesus responde é sobre casamento e não sobre noivado. O argumento é que “não sendo por causa de prostituição” é irrelevante no contexto do casamento.

Minha resposta é que esta irrelevância é simplesmente o ponto aonde Mateus quer chegar. Podemos ter por certo que o rompimento de um casal de noivos por causa de fornicação não é um “divórcio” ruim e não proibe um outro casamento. Mas não podemos assumir que os leitores de Mateus tinham isso por certo

Mesmo em Mateus 5.32, que parece sem importância para nós excluir o caso da fornicação (uma vez que não podemos ver como uma virgem noiva poderia ser feita adúltera), isto poderia não ser inútil para os leitores de Mateus. Na verdade, não deveria ser sem importância para nenhum leitor: se Jesus tivesse dito “todo homem que se divorciar de sua mulher faz dela uma adúltera”, um leitor legitimamente poderia perguntar “Então José estava pra fazer de Maria uma adúltera?”. Podemos dizer que esta questão não é razoável, uma vez que acreditamos que você não pode fazer mulheres solteiras serem adúlteras. Mas, certamente isto não é sem propósito ou, talvez para alguns leitores, inútil, pois Mateus fez explícita a óbvia exclusão do caso de fornicação durante o noivado.

Esta interpretação da cláusula de exceção tem sérias vantagens:

Não força Mateus a contradizer o significado claro e absoluto de Marcos e Lucas, e o inteiro ensinamento do Novo Testamento apresentado nas seções 1-10, incluindo o próprio ensinamento absoluto de Mateus em 19.3-8
Provê uma explicação de por que a palavra porneia é usada na cláusula de exceção de Mateus ao invés de moicheia .
Concorda com o uso do próprio Mateus de porneia para fornicação em Mateus 15.19
Encaixa-se com a necessidade do contexto maior de Mateus a respeito de José considerar o divórcio
Desde a primeira vez que escrevi esta exposição de Mateus 19.9 descobri um capítulo com esta visão em Heth e Wenham, Jesus and Divorce , e uma defesa acadêmcia disto em A. Isaksson, Marriage and Ministry in New Temple (1965).

domingo, 10 de julho de 2016

Porque os cristãos são perseguidos na Coreia do Norte!

Para compreender plenamente a perseguição aos cristãos precisa-se entender a mentalidade norte-coreana. O "paraíso" foi instalado com Kim Il-Sung como o líder do povo coreano. Ele libertou seu país da ocupação japonesa e o transformou no primeiro "verdadeiro paraíso na terra". Após a Guerra da Coreia na década de cinquenta, Deus foi declarado morto. Seus seguidores foram mortos, enviados para campos de trabalho ou expulsos para regiões remotas e hostis. Muitos foram para a clandestinidade. O status de Kim Il-Sung foi aumentado até o de um deus. Sob a direção do Grande Líder, o Estado tomou o controle sobre cada aspecto da vida na sociedade.

Mas o campo mais difícil a ser vencido está na mente. Muitos norte-coreanos amam Kim ll-Sung. Eles, literalmente, o adoram. Os cristãos são diferentes. Podem exercer suas funções locais, mas adoram a Jesus Cristo. Sua mente não é preenchida com a ideologia de autossuficiência da Coreia do Norte. Eles cuidam dos doentes, dos órfãos e famintos quando ninguém mais o faz. Esses atos criminosos de "amar ao próximo" - de "não se encaixar [nos padrões norte-coreanos]"- os tornam inimigos políticos.

Os cristãos também são um alvo porque o cristianismo é a religião dos inimigos da Coreia do Norte: os Estados Unidos e a Coreia do Sul. As redes cristãs são vistas como tentativas de minar o Estado.

• Os cristãos são severamente perseguidos. Mesmo a posse de uma Bíblia é motivo suficiente para mandar toda a família para um campo político.

• Os cristãos só podem adorar a Deus em conjunto quando toda a família é cristã.

• Reunião em grupos é praticamente impossível de outra forma. Muitos cristãos tentam se encontrar um a um em lugares públicos. Se for seguro, eles compartilham um versículo da Bíblia ou um ponto de oração. Esse é o seu culto da igreja.

• É muito perigoso dizer a seus filhos sobre sua fé. É por isso que muitos pais cristãos disfarçam histórias da Bíblia como contos de fadas. Mas eles não podem mencionar Deus ou Jesus, e enfatizam aos filhos que eles nunca devem compartilhar estas histórias com seus amigos ou professores.

• Oremos para que os cristãos da Coreia do Norte suporte as aflições e que aja convenções e liberdade de expressão.

Fonte: Portas Abertas
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